A FIGURA: Bas Dost
O jogo parecia difícil? Parecia. O ataque dos leões parecia inofensivo? Sim. Faltava Bas Dost? Faltava. Seis minutos em campo e o gigante holandês desfez o nulo que teimava em manter-se. No sitio certo, à hora certa, apareceu para fazer o primeiro e o segundo do encontro e permitir a aproximação do Sporting ao topo da tabela. Marcou pela décima vez frente aos flavienses, o seu adversário favorito.

O MOMENTO: minuto 62
Até era a equipa do Chaves que mandava no encontro e se mostrava mais fresca à procura do golo, mas Bas Dost arrumou com as aspirações dos transmontanos ao finalizar a jogada de Rúben Ribeiro. A partir daqui, os leões ficaram mais perigosos e o jogo ficou mais fácil de gerir, tal como Jorge Jesus certamente pretendia, apesar do calafrio bem perto do fim.

Gelson: é o grande agitador dos leões e a sua velocidade e inspiração é fundamental para que o ataque do Sporting tenha rendimento. Jogou em várias posições, ou pela esquerda ou direita, ou pelo meio, procurando romper a defensiva flaviense. Merece destaque pela sua raça e insistência, no momento mais adverso do encontro.

Rui Patrício: decisivo quando chamado a intervir. Aos 11 minutos foi enorme ao fechar a baliza a William que já só tinha o guarda-redes pela frente. Aos 55 minutos mostrou reflexos e atenção ao defender o remate repentino de Nuno André Coelho. Manteve a sua baliza inviolável para que Bas Dost pudesse decidir a partida. Só não travou a grande penalidade.