O Sporting tem a sua situação financeira em risco e enfrenta um cenário desastroso.

A consideração, deveras pessimista, é tecida, a Bola Branca, por Miguel Salema Garção, antigo dirigente dos leões ligado à conquista de dois campeonatos, três Taças de Portugal e quatro Supertaças, entre 1999 e 2002.

“Neste momento, o cenário é desastroso”, começa por disparar.

“O momento é preocupante, a sustentabilidade da sociedade desportiva pode estar em causa, os ‘stakeholders’ do Sporting, nomeadamente colaboradores, fornecedores, ‘sponsors’, organismos nacionais e internacionais do futebol e todos os outros estão, seguramente, preocupados com aquilo que se passa no Sporting”, prossegue.

Salema Garção quebra o silêncio, renovando o apelo (quase) geral: os atuais dirigentes têm de sair. Só depois o ex-“team manager” pode ajudar.
“Estarei sempre disponível, enquanto sportinguista, para ajudar o clube, independentemente da situação que for. Mas nesta fase, aquilo que espero é que os órgãos sociais do Sporting tenham a hombridade de apresentarem a sua demissão para se abrir um processo eleitoral e garantir o futuro e presente”, adianta.