A SAD do Sporting, liderada por Frederico Varandas, optou por não acionar a opção que Sousa Cintra, líder transitório da sociedade leonina e responsável pela contratação de Gudelj, fez questão de colocar no acordo que trouxe o médio para Alvalade, emprestado por uma temporada.

Gudelj, recorde-se, auferia um ordenado de cinco milhões de euros anuais no Guangzhou Evergrande, sendo que a verba de três milhões de euros paga pelo Sporting serviu, não só de taxa de empréstimo, como também para suportar parte desse vencimento.

E foi, sobretudo, tendo em conta o elevado salário do jogador, incomportável para a atual realidade do clube de Alvalade, que a SAD acabou por não fazer qualquer comunicação ao emblema chinês até final do mês passado, prazo estipulado para que pudessem existir negociações tendo em vista a continuidade de Gudelj no Sporting para lá de junho.

A verdade é que, em Alvalade, Gudelj, sobretudo com Marcel Keizer, tornou-se um elemento indiscutível do onze leonino.

Daí que, e tendo em conta a permanência praticamente certa do treinador holandês no comando do Sporting para 2019/2020, a SAD leonina não tenha deixado cair a hipótese de manter Gudelj. Não nos pressupostos que Sousa Cintra estipulou com o Guangzhou Evergrande, no verão, mas sim tentando aproveitar o facto de, em junho, o médio ficar a seis meses de terminar contrato e, por isso, livre para negociar o seu futuro.