Natural de El Carmelo, da Colômbia, Hugo Rodallega fez toda a sua formação no país de onde é proveniente. Experimentou mais do que um clube nesse processo inicial da carreira, mas sempre sem perder o fulgor e a atenção por parte dos dirigentes dos clubes que representava. Iniciou a sua carreira no modesto Quindio, que o viria a perder para o Deportivo Cali, em 2005. Completou, portanto, a maioridade ainda no seu primeiro clube, seguindo depois para o
Deportivo, um dos principais clubes colombianos.

Cumpriu apenas duas temporadas ao serviço do emblema colombiano e decidiu mudar de ares. Desta vez, Hugo mudou mesmo de país e aventurou-se pelo futebol mexicano, onde no total passou mais 4 épocas. Representou Monterrey, Atlas e por fim, Necaxa. Na altura com apenas 22 anos, era visto como um avançado com grande potencial e a sua vez de “explodir” noutro sítio (continente, diga-se) estava próxima. Foi então em 2008, quando se mudou em definitivo para o futebol inglês, que conseguiu pela primeira vez mudar de continente e experimentar uma nova cultura no futebol. Desde esse momento se tem mantido no Wigan.

É um avançado competente. Não marca muitos golos – ter em conta o facto de jogar num clube que luta pela manutenção – mas ajuda bastante a equipa e mexe com o jogo. Não sendo também um avançado muito alto (1,81m), é um jogador com um físico assinável e que faz grande uso da sua apurada técnica e posicionamento para criar várias situações de perigo para a equipa adversária. Estatisticamente falando, Rodallega faz do limite da grande área o seu alvo perfeito para facturar. Marca facilmente com os dois pés, é razoavelmente rápido e tem o “faro” de golo, atributo bastante apreciável em jogadores da posição de Rodallega.

Hoje está ainda ligado ao Wigan, numa ligação que dura já há 4 anos, mas que parece estar a romper e pode mesmo acabar este verão. Hugo Rodallega acaba  contrato este mês e ficará livre para se comprometer com outro clube. Pode, portanto, começar a procura por uma equipa interessada nos seus serviços, que muito provavelmente não deverão faltar.