Ninguém no Sporting coloca em causa a qualidade de Bas Dost. Ninguém em Alvalade deixa de reconhecer que o holandês é avançado de muita qualidade, a referência atacante da equipa.

Mas também todos sabem que depois da assinatura de novo contrato, pelas mãos da administração transitória liderada por Sousa Cintra, no passado verão, a SAD passou a ter um encargo muito elevado, que nesta altura é de 12 milhões de euros, correspondentes aos dois anos de salários brutos que o holandês tem para receber até ao final do vínculo.

Um problema para resolver e que faz com que os verde e brancos acelerem a procura de colocação para o jogador, não apenas para realizar encaixe financeiro mas também para poupar na folha salarial. Só que as sondagens recebidas não chegam nem de perto nem de longe ao valor mínimo estabelecido para início de negociações de saída: €20 M.

Para já, as abordagens têm-se ficado por valores perto dos €10 M, metade do valor considerado justo pelos leões para início de conversa. Por tudo isto urge encontrar uma solução, sendo que de Espanha têm sido apontados os clubes de Sevilha, da Alemanha o Schalke e de França o Bordéus.