Os palhaços ricos

Estamos fartos de falar de arbitragem, infelizmente. De facto temos razões para isso e ninguém o desmente. Desde o início da época que estamos todos ansiosos para que chegue o dia em que não tenhamos que dizer: a culpa é do árbitro. À parte disso, é verdade que tem faltado imaginação e criatividade aos jogadores do Sporting. Pede-se mais eficácia no jogo, principalmente no último passe e que surjam então, os golos, mesmo contra as adversidades causadas pela arbitragem. As oportunidades de golo durante os jogos têm sido muitas e devem ser convertidas. Mal ou bem, o Sporting marcou golos mas foram anulados, sofreu faltas para grande penalidade mas não foram assinalados. Assim dificulta mais o trabalho. Claramente, estas situações estão a por em causa os resultados desportivos do clube.

A nova espécie de figurante no futebol é o “palhaço rico”, uma caracterização acertada sobre o árbitro do último jogo. Atenção, quero fazer a ressalva que esta caracterização é de autoria do nosso Presidente da MAG. E tão bem que esteve. O “palhaço rico” é, normalmente, a figura principal do circo ou o rei dos palhaços, e Artur Soares Dias quis agarrar o papel. Mas não é o único. Há uma disputa por esta posição de destaque no circo, peço desculpa, no futebol. Quero acreditar mesmo que isto é tudo incompetência e que os sistemáticos erros de arbitragem não sejam organizados.

Mal ou bem, deixem o Sporting jogar. Se o Sporting jogar mal e marcar um golo de penalty (bem assinalado), ou marcar um golo (que não seja anulado, mal anulado) de bola parada ou de bola corrida, ganha o jogo.

Deixem o Sporting jogar.