Rogério Alves quebrou, esta segunda-feira, o silêncio a propósito da divulgação, na comunicação social, dos resultados da auditoria realizada ao mandato de Bruno de Carvalho na presidência do Sporting.

Em declarações prestadas à RTP no Núcleo Sportinguista de São Miguel, o presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube de Alvalade considerou que “não se deveria desgastar no debate público da anatomia da auditoria”.

“Se houver alguma coisa que tenha de seguir para o Conselho Fiscal e Disciplinar, se houver alguma coisa que tenha de seguir para as autoridades ou para o Ministério Público, que vá. Nós devemos continuar o nosso trajeto e atividade em debate fraterno e construtivo, e não estarmos permanentemente a ser sufocados pelos fantasmas do passado”, atirou.

“É profundamente lamentável que uma fuga de informação tenha colocado a auditoria a público como o fez. Foi algo que, do meu ponto de vista, é um sinal de como não se devem fazer as coisas. Naturalmente, não se sabe quem são os responsáveis, mas a verdade é que é um método de abordagem do fenómeno sportinguista que não me agrada”, acrescentou.

A terminar, Rogério Alves explicou aquilo que, na sua opinião, falta ao Sporting para regressar à rota dos sucessos: “Do meu ponto de vista, falta unidade, tranquilidade, continuidade e investimento”.