A figura: Raphinha
Sofreu o penálti que deu origem ao primeiro golo e marcou o livre do qual resultou o segundo. Para além disso esteve nos poucos momentos adicionais que ainda fizeram os adeptos saltarem das cadeiras, com destaque para um elegante toque de calcanhar para Bruno Fernandes e um passe a entregar o golo de bandeja ao internacional português, não fosse um corte providencial de Zainadine.

O momento: minuto 11
Jovane Cabral apareceu no corredor central e fez um magnífico passe a lançar Raphinha nas costas da defesa do Marítimo. O brasileiro antecipou-se ao guarda-redes do Marítimo, para dar um toque ligeiro na bola, e acabou derrubado por Amir. O árbitro assinalou penálti e Bruno Fernandes lançou, da marca de onze metros, as bases do triunfo sportinguista.

Jovane Cabral
Um rebelde sem travão. Lançado no lugar de Nani, entrou no jogo a todo o gás, com o passe fantástico a lançar Raphinha no lance do penálti. Chegou mesmo a irritar alguns adversários com toda a sua energia, mas foi perdendo discernimento a um ritmo igualmente elevado, e no final da primeira parte já estava num registo mais trapalhão, pouco rigoroso taticamente e, sobretudo, ineficaz.

Fredy Montero
Ao sétimo jogo, o primeiro golo da época. Aproveitou bem um ressalto na área e empurrou a bola para o fundo da baliza de Amir. Exibição esforçada, como é seu timbre, mas a produtividade ofensiva da equipa também não deu margem para muito mais.

Bruno Fernandes
Soma agora quatro golos na temporada, e três foram apontados ao Marítimo. Tinha bisado no duelo da Taça da Liga, e agora abriu a contagem de penálti. No início da semana assumiu sentir-se frustrado com as últimas exibições, e a verdade é que continua distante do nível apresentado na época passada, ainda que mantendo um registo de fazer inveja a muitos.

Carlos Mané
De saudar o regresso à competição após um ano e meio de ausência.